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Paisagem

No concelho de Olhão, a natureza revela expressões deslumbrantes, contrastando de forma harmoniosa o interior dos campos e serras com a extensa linha de um litoral semeado de ilhas e ilhotas.

A Ria Formosa é uma zona protegida incluída no PNRF, que constitui a mais importante zona húmida do País, quer pela dimensão quer pela sua complexidade estrutural, faunística e florística, com especial destaque para a avifauna, que está integrado na Rede Natura 2000.
De toda a área classificada como Parque Natural, 3770 ha encontram-se incluídos no concelho de Olhão, conferindo à faixa litoral situada entre os núcleos urbanos de Olhão e Fuseta, um elevado interesse e valor paisagístico. A paisagem do PNRF carateriza-se por três grandes unidades estruturais: a área lagunar, a praia/sistemas dunares e a faixa continental.

O concelho de Olhão tem quatro praias classificadas como zonas balneares: Armona-Mar, Armona-Ria, Fuseta-Mar e Fuseta-Ria.
 
Na zona do Barrocal, o concelho de Olhão encerra diversos pontos de interesse, nomeadamente na zona de Moncarapacho, de onde se destaca o Cerro da Cabeça. Este Cerro, com 249 metros de altitude é a elevação mais oriental da Serra de Monte Figo. Trata-se de um sítio de elevado valor paisagístico e científico, que está integrado na Rede Natura 2000 e no projeto Corine-Biótipos, apresentando uma área de 574 ha. É considerado pelos geólogos um monumento natural, devido ao valor das suas formações cársicas. A sua superfície, ocupada pelo maior lapiás do Sul do País, e as suas grutas, têm um elevado valor ambiental e zoológico, servindo de abrigo a diferentes espécies de morcegos e outra fauna cavernícola. O seu património botânico encontra-se revestido pelo maquis, típico do barrocal algarvio. No Cerro da Cabeça localizam-se as formas endocársicas mais profundas de que se tem conhecimento no carso algarvio: Algar Maxila (mais de 95 m de profundidade), Algar Medusa (74 m), Algar dos 60 m (mais de 70 m).